O site mede uma coisa só: para que lado a cobertura política está puxando.
A imagem é um cabo de guerra — dois times puxando uma corda, e o nó mostra quem está ganhando terreno.
1. O que entra na conta
São lidas as manchetes publicadas pelos — veículos nas últimas 24 horas (ou 48h / 7 dias, no
botão do topo). Para cada título, o sistema identifica de quem a notícia fala e com que tom:
elogio, ataque ou neutro.
Daí sai a regra principal: atacar a direita puxa a corda para a esquerda, e atacar a esquerda
puxa para a direita. Criticar por criticar não conta — o que conta é quem está sendo criticado.
2. A corda e o nó
O nó é o ponto de equilíbrio do noticiário de hoje. Se ele está à esquerda do centro, o conjunto
das manchetes favorece mais pautas de esquerda; à direita, o contrário. O número dentro dele é essa
posição, de −100 (esquerda total) a +100 (direita total).
O placar logo acima traduz isso em duas fatias que sempre somam 100.
3. Cada nome na corda é um veículo
As fichas mostram a linha editorial de cada veículo, que é histórica e estável — diferente do
nó, que muda todo dia. Vermelho é esquerda,
cinza é centro, azul é direita.
O número é a posição: quanto mais longe do centro, mais marcada a linha.
Clique numa ficha (ou num nome do ranking lateral) para ver só as manchetes daquele veículo.
4. O que está embaixo
Principais chamadas: as manchetes mais carregadas politicamente, com o veículo e o motivo da
classificação. Mesma pauta: o mesmo fato contado por vários veículos — ali aparece quem tratou
como ataque e quem tratou como notícia neutra. Ponto cego: o fato coberto por um lado e
ignorado pelo outro ("esquerda 3 de 7 · direita 0 de 7").
5. O que este site NÃO diz
- Não diz qual lado está certo, nem se um veículo é confiável ou mentiroso.
- Mede manchete, não a matéria inteira — ironia e contexto ficam de fora. Só ~10% dos
títulos têm posição clara; nas outras aparece "·", que é sem sinal, não "neutro".
- A linha editorial de cada veículo é uma classificação humana declarada e editável.